Inicia em Chapecó a maior feira do setor moveleiro catarinense

Evento segue até sexta (18) com entrada gratuita para maiores de 16 anos

Empresários, lideranças econômicas, expositores, lojistas e profissionais da imprensa participaram da abertura oficial da 10ª Mercomóveis 2017 – uma das maiores feiras de móveis do Brasil, nesta segunda-feira (14). O evento segue até a sexta-feira (18) com entrada gratuita para compradores/lojistas e horário de visitação das 13 às 20 horas no Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves, em Chapecó. A expectativa é de que passem pelo evento cerca de 18 mil visitantes/compradores com prospecção de R$ 200 milhões em negócios.

A Mercomóveis 2017, iniciativa do Sindicato da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale do Uruguai (Simovale) e da Associação dos Madeireiros e Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc), reunirá aproximadamente 100 expositores de indústrias moveleiras do sul do País. Contemplará, em cinco dias de evento, o mercado moveleiro do oeste e meio oeste de Santa Catarina, do sudoeste do Paraná e do Rio Grande do Sul.

O presidente da 10ª edição da Mercomóveis José Derli Cerveira destacou que, diante de um período de recessão econômica, foi necessário adaptar o formato da feira aos novos tempos, reduzindo custos e otimizando recursos. “Nos mantivemos firmes para cumprir a missão de expor e valorizar a capacidade de produção e inovação da indústria catarinense, revelando o nível de desenvolvimento tecnológico dos fabricantes de móveis e estimulando negócios com compradores nacionais e internacionais”.

O presidente do Simovale/Amoesc Osni Verona salientou a expressiva representação do setor moveleiro na economia catarinense, envolvendo cerca de 1.300 empresas, das quais 700 são indústrias de móveis. “Estamos em constante expansão e atuamos também impulsionando a economia do Estado gerando mais de 20 mil empregos diretos e R$ 1,1 bilhão de faturamento por ano”.

            O vice-presidente regional da FIESC Waldemar Schmitz observou que a feira se adequou aos novos tempos e adotou um formato de custos menores, sem perder o dinamismo e a capacidade de promover o encontro de fabricantes (moveleiros) e compradores (lojistas). “Nós apostamos na retomada do crescimento neste segundo semestre e um novo impulso no consumo de móveis, há três anos estagnado”.